sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Atividade 02

Questão 01
            Como foi colocado pelo apresentador (entrevistado) Marcelo Taz, vivemos numa época muito especial, onde estamos passando por uma revolução tecnológica, e onde usamos o tempo todo o termo “digital”, tudo é digital, a TV, a câmera, o celular, etc. As crianças já nascem nesse mundo, onde está rodeada de tecnologia por todos os lados, então para elas, isso é uma coisa muito natural, faz parte de seu cotidiano, de sua vida.
As crianças, assim como nós adultos, também são encantadas por esse mundo e todas as possibilidades que ele nos oferece, a diferença é que isso para elas “não é um bicho de 7 cabeças”, nem uma coisa fantástica que vem de outro planeta, elas vivenciam isso o tempo todo em suas vidas. Já para nós, às vezes, isso se torna bastante confuso. Existem pessoas, por exemplo, que subestimam a tecnologia, elas tem preconceito e muita resistência a qualquer tipo de mudança, não querem sair da sua rotina, estão acomodadas naquele mundo, onde nasceram e cresceram, e morrem de medo daquilo que é “novo”, do “desconhecido”, e na maioria das vezes, não querem nem se dar o trabalho de ao menos conhecer, simplesmente ignoram e menosprezam a tecnologia, e a revolução de informações e conhecimentos pela qual a sociedade atual está passando.
“As pessoas antigas morrem de medo. Os jornalistas são um bom exemplo disso. Ficam falando: “Não, eu gostava da minha Olivetti, quando eu ficava lá na minha Olivetti escrevendo.” Ou seja, confunde-se uma máquina de escrever com uma revolução na comunicação. (...) E não vê o computador como um veículo de comunicação.(...)”   (Marcelo Taz)
                                                                                                                                         
            Na educação, também encontramos muitos exemplos de pessoas que subestimam a tecnologia, alguns deles estão entre professores, ou coordenadores que não gostam e tem uma enorme resistência em aceitar as tecnologias que chegam nas escolas, especialmente, no que diz respeito ao uso dos computadores, os aplicativos ou softwares educacionais.
            Por outro lado, há aquelas pessoas que superestimam a tecnologia, ficam deslumbradas com esse mundo fascinante, e exageram nas atitudes e comportamentos. Como diz Marcelo Taz: “ (...) E tem quem superestima, que acha que qualquer blogueiro é um gênio, qualquer  um que tem Twitter é um gênio e dá voz, inclusive, para esses caras. Aparece alguém criticando: “Ah, o cara foi criticado no Twitter.”. Então, como o próprio Marcelo coloca, temos que tomar cuidado para não confundir a máquina com a pessoa que a utiliza. Na sociedade atual, muitas pessoas estão supervalorizando as ferramentas, as tecnologias, e não estão dando o devido valor  a pessoa que cria, ao conteúdo e a forma com que é processado as idéias e o conhecimento, ou seja, dá-se mais importância a criação do que ao criador. Por isso, temos que estar atentos para não confundir as coisas, as máquinas, as tecnologias, as Mídias, tudo isso é muito importante, mas não podemos nos esquecer de como, quando e por quem tudo isso foi criado, não podemos perder o foco, tudo foi criado pelo próprio homem, que é muito mais complexo e está inserido em um contexto histórico - social, que faz toda a diferença. Sem a presença do homem, com suas idéias,  por detrás dessas ferramentas, de nada elas valeriam.

                     “Porque eu gosto de entender que tudo aqui é ferramenta, e que não é porque eu vou usar esta daqui que a minha história de hoje vai ser melhor.” Tudo vai depender da minha história, da história que eu tiver para contar. (Marcelo Taz)

            Lúcia Santaella reforça essa idéia quando diz : “Ora, mídias são meios, e meios como o próprio nome diz, são simplesmente meios, isto é, suportes materiais, canais físicos, nos quais as linguagens se corporificam e através dos quais transitam. Por isso mesmo, o veículo, meio ou mídia de comunicação é o componente mais superficial, no sentido de ser aquele que primeiro aparece no processo comunicativo. Não obstante sua relevância para o estudo desse pro cesso, veículos são meros canais, tecnologias que estariam esvaziadas de sentido não fossem as mensagens que nelas se configuram. (...) Embora sejam responsáveis pelo crescimento e multiplicação dos códigos e linguagens, meios continuam sendo meios. Deixar de ver isso e, ainda por cima, considerar que as mediações sociais vêm das mídias em si é incorrer em uma ingenuidade e equívoco epistemológicos básicos, pois a mediação primeira não vem das mídias, mas dos signos, linguagem e pensamento, que elas veiculam.” (Santaella,1992 [2003a], p. 222-230).

            Daí a preocupação de Marcelo Taz, quando diz que valorizamos demais o termo “digital”, quando tudo na realidade é cultura, pois é a partir dela que tudo mais se transforma em nossa sociedade, que tudo se cria. E na verdade, vivemos atualmente todas as culturas misturadas, entrelaçadas entre si, pois embora possamos dar mais ênfase na “era digital”, esta se formou a partir das demais, que nunca estiveram separadas de fato, cultura oral, escrita, impressa, de massas, das Mídias.
            Como afirma Lúcia Santaella, “É certo também que, em cada período histórico, a cultura fica sob o domínio da técnica ou da tecnologia de comunicação mais recente. Contudo, esse domínio não é suficiente para asfixiar os princípios semióticos que definem as formações culturais preexistentes. Afinal, a cultura comporta-se sempre como um organismo vivo e, sobretudo, inteligente, com poderes de adaptação imprevisíveis e surpreendentes.”
Questão 02

            Assim, como o ambiente Moodle, qualquer outro tipo de ferramenta deve ter sua relevância na sociedade, mas nunca se esquecendo do fato de que são simplesmente “ferramentas” criadas e usadas pelo próprio homem, para seu próprio benefício ou em prol da humanidade. Muitas vezes, caímos no erro de supervalorizar as máquinas ou ferramentas e nos esquecemos de valorizar o conteúdo, a mensagem, a obra, e o criador, a pessoa que está por detrás de tudo isso, e a trajetória usada por ele, os obstáculos que teve que enfrentar para criar aquilo que usufruímos, e que muitas vezes, nem sabemos dar o seu devido valor.

“ (...) Temos que ter cuidado para não perder a perspectiva de que nós estamos falando de pessoas que estão usando essas ferramentas, e não das ferramentas. É como se a gente elogiasse um escritor porque ele usa a caneta Bic Cristal azul. Eu sou apaixonado por canetas Bic. Eu tenho coleções de Bic. Mas por que eu tenho coleção? Porque eu gosto de entender que tudo aqui é ferramenta, e que não é porque eu vou usar essa daqui que a minha história de hoje vai ser melhor. Tudo vai depender da minha história, da história que eu tiver para contar. (...)”
                                                                                                                  (Marcelo Taz)

            Por isso, supervalorizar a ferramenta, não é uma boa perspectiva, pois é apenas um “meio”, um “instrumento” que utilizamos para transmitir ou desenvolver algo, uma idéia, uma informação, uma criação, mas que pode falhar, e que nem sempre podemos contar com ela, e que muitas vezes, temos que substituí-la por outros recursos. O Moddle, por exemplo, é um ambiente virtual, um conjunto de ferramentas muito boas e úteis, das quais eu estou gostando muito, mas na verdade, o que vale mesmo é o rico conteúdo que existe nele, e a grande interação que ele possibilita ter entre os professores, os orientadores e os colegas do curso. Quando postamos nossas idéias (atividades) em outros ambientes da web, tornamos essa interação ainda maior e a possibilidade de trocas, experiências, e aprendizagem muito mais intensificada. Isso sim é o que mais importa, e não a ferramenta em si, que é importante sem dúvida alguma, mas nunca poderá ser mais, do que nossa capacidade de se comunicar, aprender, interagir, criar, opinar, demonstrar nossas idéias, contradições e emoções.
Questão 03

            No mundo atual, em que vivemos, onde tudo é acelerado demais, e onde as informações são tantas, que muitas vezes, nos atropelam, as pessoas se tornam confusas, e muitas delas dão relevância a coisas, que na verdade, não deveriam ter tanta importância, e às vezes deixam de valorizar aquilo que realmente é importante, justamente por não terem discernimento, por não saberem, julgar, apreciar ou distinguir o objeto o qual utiliza, ou tem algum contato.
Marcelo Taz, em sua entrevista, deixa claro as diferenças entre relevância e discernimento. Para ele, hoje, o termo “relevância” pode ser substituído por “audiência”, tamanha a confusão que as pessoas fazem. Ou seja, as pessoas, os meios de comunicação em geral, estão supervalorizando aquelas pessoas, que por ex., que tem páginas no twitter e tem muitos seguidores, ou vídeos no youtube, que são muito vistos e comentados pelos internautas, ou mesmo um que tem blog e recebe milhares de visitas, etc. Mas a “relevância” que dão a essas pessoas e a ferramenta que elas utilizam, não têm nada a ver com o conteúdo trabalhado, ou a mensagem transmitida, mas sim, com a “audiência” e com a “repercussão” provocada na sociedade, ou seja, não importa muito se seu conteúdo é bom ou ruim, mas sim, a fama. Hoje, não precisa de muita coisa, para uma pessoa ficar conhecida, basta um momento de intuição, de golpe de sorte, de ousadia, de loucura, e “bummm”, a pessoa já está lá destacada nas Mídias, “famosa por alguns instantes, minutos ou dias”. Só que, essa fama não vai permanecer, se aquela reação que o autor provocou nas pessoas, não tiver um bom conteúdo, uma mensagem bem elaborada, que cause algum impacto e que seja realmente relevante para a sociedade. Pois tudo aquilo que é fugaz, é esquecido pelas pessoas, mas o que é verdadeiramente relevante, que marca, traz algum benefício para as pessoas ou causa algum tipo de transformação, jamais é esquecido.
Marcelo demonstra bem isso, quando diz, ‘Tem muita gente chegando no Twitter, que fala assim: “Ô Tas, me anuncia aí, pô, que eu tenho certeza que um monte de gente vai me seguir.” (...) Boom! Num dia ele ganha 1.500 seguidores, mas não é fazer com que você tenha um boom de Ibope, como a gente pensava antigamente, que você vai manter aquilo.’
Daí a importância fundamental, de sabermos discernir tudo aquilo que vemos, temos contato e nos relacionamos no mundo atual, pois é através do discernimento, que vamos saber escolher entre tantas informações, aquilo que realmente pode ser importante para nós e para a humanidade. E a escola, por sua vez, tem um papel muito importante nisso tudo, pois os professores, que são realmente “educadores” tem entre tantas funções, o papel de orientar os alunos e mediar as informações que chegam, de modo que, eles tenham a capacidade de discernir e transformar o que recebem em conhecimento, construído através da aprendizagem, de seu contato com o mundo exterior e interior.
“O discernimento é um produto bastante precioso nessa era de gigantescas montanhas de informação. Sem ele, a gente fica navegando à deriva.”  (Marcelo Tas)

           
Questão 04

            Nos dias atuais, é de suma importância estudar e debater sobre educação e tecnologia, pois no contexto em que estamos inseridos, estamos rodeados de informações e Mídias, que se aperfeiçoam a cada dia e chegam até nós numa velocidade assustadora.
            Nas escolas não podia ser diferente, a cada dia que passa, novas tecnologias e Mídias vão sendo incorporadas nos currículos e inseridas na sala de aula. Que elas são necessárias, isso é óbvio, pois faz parte da realidade de todos nós, convivemos com a tecnologia em todos os lugares, em casa, na rua, no banco, nos aeroportos, nas rodoviárias, ..., estamos no “mundo digital”, no “mundo das Mídias”, na “era da informação”, no “mundo cibernético”, ..., enfim, não podemos deixar de utilizar as Tics nas escolas. Agora, será que estamos preparados para encarar as mudanças que precisam ser feitas para viver essa nova realidade? Os mais otimistas dizem que sim, os pessimistas dizem que não, e tem aqueles que dizem que é difícil, mas possível, e mais do que possível, urgentemente necessário.
            Para Marcelo Tas, é de fundamental importância o professor assumir seu novo papel na educação, diante na nova realidade em que vivemos, que é o de orientador, mediador de idéias, condutor e estimulador na construção de novos conhecimentos. O professor, através de seu relacionamento com os alunos, deve provocar estímulos, reações, discernimento, criação de idéias, que possam levá-los a se interessar pelos temas trabalhados e a correlacioná-los com seu cotidiano, com suas experiências diárias. Com isso, podemos dizer que o aluno realmente aprende, e que ele nunca vai esquecer o que aprendeu, porque ele constrói seu próprio aprendizado, o seu conhecimento, a sua visão de mundo. Muito diferente daquele professor do passado, do ensino tradicional, onde apenas transfere conhecimento, informações, e o aluno “decora”, “repete” tudo aquilo que lhe é transmitido. Esse tipo de professor não cabe mais nesse mundo, está fora de órbita, insistir nessa idéia, seria no mínimo desastroso, nas atuais circunstâncias.
            “Hoje, se o professor achar que é proprietário do conhecimento, ele está fora do mundo. A informação está disponível e nós vamos ter que encontrar esse discernimento em rede. O conhecimento vai ser produzido desse relacionamento do professor com seus alunos, que é tarefa do professor desde tempo imemoriais: ser um produtor de insights, de fricções de mentes e corações.” (Marcelo Tas)
Para José Manuel Moran, Especialista em mudanças na educação presencial e a distância, esse processo é necessário, porém, um caminho muito difícil de percorrer, já que na visão dele, as escolas não estão preparadas para acolher e usufruir das TICs e Mídias que convivemos na atualidade, e os professores ainda estão impregnados daquela cultura tradicional, da forma de entender e processar o ensino aprendizagem.
Segundo ele, “Estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação. Esta sempre esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas de aula, calendário escolar, grade curricular. Há vinte anos, para aprender oficialmente, tínhamos que ir a uma escola. E hoje? Continuamos, na maioria das situações, indo ao mesmo lugar, obrigatoriamente, para aprender. Há mudanças, mas são pequenas, ínfimas, diante do peso da organização escolar como local e tempo fixos, programados, oficiais de aprendizagem. As tecnologias chegaram na escola, mas estas sempre privilegiaram mais o controle a modernização da infra-estrutura e a gestão do que a mudança. Os programas de gestão administrativa estão mais desenvolvidos do que os voltados à aprendizagem. Há avanços na virtualização da aprendizagem, mas só conseguem arranhar superficialmente a estrutura pesada em que estão estruturados os vários níveis de ensino. A escola é uma instituição mais tradicional que inovadora. A cultura escolar tem resistido bravamente às mudanças. Os modelos de ensino focados no professor continuam predominando, apesar dos avanços teóricos em busca de mudanças do foco do ensino para o de aprendizagem. Tudo isto nos mostra que não será fácil mudar esta cultura escolar tradicional, que as inovações serão mais lentas, que muitas instituições reproduzirão no virtual o modelo centralizador no conteúdo e no professor do ensino presencial. Os alunos estão prontos para a multimídia, os professores, em geral, não. Os professores sentem cada vez mais claro o descompasso no domínio das tecnologias e, em geral, tentam segurar o máximo que podem, fazendo pequenas concessões, sem mudar o essencial. Creio que muitos professores têm medo de revelar sua dificuldade diante do aluno. Por isso e pelo hábito mantêm uma estrutura repressiva, controladora, repetidora. Os professores percebem que precisam mudar, mas não sabem bem como fazê-lo e não estão preparados para experimentar com segurança. Muitas instituições também exigem mudanças dos professores sem dar-lhes condições para que eles as efetuem. Freqüentemente algumas organizações introduzem computadores, conectam as escolas com a Internet e esperam que só isso melhore os problemas do ensino. Os administradores se frustram ao ver que tanto esforço e dinheiro empatados não se traduzem em mudanças significativas nas aulas e nas atitudes do corpo docente.” _________________________________________________________________
Questão 05
            Segundo Marcelo Tas, estamos todos no mesmo barco digital e vivemos imersos numa gelatina de informação, onde cada pessoa tem sua maneira de filtrar e se relacionar com isso.
            Realmente, no mundo atual, vivemos imersos num oceano de informações, é informação que chega de todos os lados e a cada segundo. Muitas vezes, nem conseguimos lhe dar direito com essa situação. Por isso, nos tornamos confusos, e até mesmo perdidos, sem saber que caminho seguir. Os pais, especialmente, além de ter que processar tanta informação, ainda tem que saber orientar e educar seus filhos, diante dessa imensidão de coisas novas (tecnologias high tec e todo tipo de códigos e linguagens), que adentram em suas vidas diariamente. E os professores, por sua vez, ainda tentando processar tantas mudanças, tem que ensinar os alunos a “aprender”, a “analisar e refletir”, a “discernir e escolher” entre tantas informações, aquelas que possam ser transformadas em conhecimento útil para sua vivência na sociedade, a qual está inserido.
            Como coloca Lúcia Santaella, “Hoje vivemos uma verdadeira confraternização geral de todas as formas de comunicação e cultura em um caldeamento denso e híbrido”. Ou seja, vivemos todas as culturas misturadas, oral, escrita, impressa, de massas, Mídias e digital. Cada uma se adapta e se integra a outra, de acordo com as necessidades da época.
            Porém, a que mais se destaca atualmente, é a “digital”, ou “cibercultura”.  Basta olhar ao nosso redor e veremos a imensidão de tecnologias digitais, a começar pelo nosso celular, a TV, a câmera e tantos outros que estão inseridos em nossa sociedade. Mas o que mais chama a atenção, nesssa cutura, é a quantidade de informação e a velocidade com ela chega até nós. Vivemos a “cutura do acesso”, navegamos na Internet, acessamos aqui, acolá, ... e obtemos uma gama imensa de informações em poucos minutos. Não só pela net, mas também através da rádio, da TV, do celular e de tantas outras ferramentas que usam a tecnologia digital, as informações vem numa velocidade incrível, como uma avalanche, a nos surpreender a todo momento.
            Isso acontece, devido a algumas carcterísticas que são próprias dessa cultura, que é a busca dispersa, alinear, fragmentada e individualizada da mensagem e da informação. Todos buscam individualmente entretenimento e informações centradas em suas necessidades e interesses pessoais. Com tanta informação adquirida, não é fácil lhe dar com essa situação. Daí, a necessidade, de saber discernir todas essas informações para que não caiamos no erro de produzir coisas inúteis, mas pelo contrário, para que possamos ter a capacidade de criar coisas boas, das quais possamos usufruir e compartilhar com  pessoas de todas as sociedades, numa comunhão universal.
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Fontes:
Culturadigital.br
Santaella, Lúcia; Da Cultura das Mídias à Cibercultura: o advento do pós-
humano. Revista FAMECOS • Porto Alegre • nº 22 • dezembro 2003 • quadrimestral
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3 comentários:

  1. Adriana, gostei da sua colocação de que precisamos ter cuidado com o que produzimos e disponibilzamos na internet, para não postar inutilidades e sim compartilhar informações interessantes.

    Márcia

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  2. Respostas
    1. Adriana, sua correlação da entrevista com o ofício do professor, realmente foi muito pertinente, poi nesta era digital, o professor é desafiado a acompanhar a evolução cibernética, para assim, conseguir planejar aulas dinâmicas e criativas que despertem a atenção de seu alunado. Como você colocou anteriormente "o professor ter que ensinar os alunos a “aprender”, a “analisar e refletir”, a “discernir e escolher” entre tantas informações, aquelas que possam ser transformadas em conhecimento útil para sua vivência na sociedade, a qual está inserido". E com essa interação digital é possível compartilhar informações com outros professores e, assim, criar uma aprendizagem significativa e prazerosa.

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